Os altos e baixos do Mercado Imobiliário.


Boa parte dos brasileiros ainda vive de aluguel, passando por uma constante sanfona nas finanças, sem nunca saber que em plena crise como se organizar. Com a queda do IGP-M (um acontecimento que não se via há sete anos), muitas pessoas que pagam aluguel tinham a esperança que economizariam mais até 2018, mas na prática não é bem assim.

Vários especialistas têm opiniões controversas para o que pode acontecer até o próximo ano, se o IGP-M continuar caindo como vemos no cenário atual, podemos dizer que a relação de inquilino e proprietário poderá esquentar, visto que muitas imobiliárias acreditam que não existe ajuste negativo do aluguel.

Mas o que está no poder do direito do locatário?

Antes de assinar qualquer contrato, é sempre muito importante ler atentamente todos os termos e avaliar alguns critérios dispostos no acordo, tais como o ajuste do aluguel por base no Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apenas para positivo. Caso já tenha assinado, pode tentar um acordo, visto que cláusulas abusivas podem ser contestadas se beneficia apenas uma parte e prejuízo a outra.

Mas podemos dizer que é uma boa época para quem está planejando em trocar de imóvel, tendo em vista que o valor dos alugueis são definidos pela oferta e procura, este momento é favorável ao inquilino que consegue bons descontos, na pior situação o ideal é manter o valor que vem sendo pago no antigo contrato.

O que devemos levar em conta aqui é que muitas Imobiliárias também precisam se recuperar da crise, assim como todo indivíduo possui sua forma de sustento, a mais de dois anos podemos dizer que o setor estava passando por uma inércia muito grande, tendo agora alguns sinais bem positivos para sua recuperação.

Houve também outros fatores bem influenciadores, como a taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) que ajuda na diminuição dos juros para crédito imobiliário, em julho, por exemplo, a taxa fechou em 8,5%, mas os mais otimistas dizem que as previsões para 2018 são de queda para 8%.

Já passamos da metade do ano e as expectativas são muito grandes para 2018, a esperança é de uma resposta mais ativa do mercado onde o principal foco hoje está na publicidade e propaganda dos imóveis via aplicativos, assim como tudo está evoluindo tão rápido, aquela que já foi uma das maiores economias do país está se erguendo, e com ela em constante movimentação para o mercado teremos com certeza inquilinos mais felizes.


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